Cidadão do Povo
Mauricio Dias

No Estado do Pará uma família deu o nome de “Ninguém” ao filho caçula. Segundo os pais, o garoto recebeu este nome porque Ninguém é perfeito. “Apesar das críticas sobre a escolha do nome, meu filho Ninguém é perfeito e o nome é muito justo”, disse o pai.

Em Marabá, interior do Pará, onde Ninguém existe, as pessoas já se acostumaram com o nome do garoto. Ninguém vai a escola todos os dias e por sorte, não sofre bullying dos colegas. Ninguém gosta de estudar e pretende se formar em medicina, para suprir a necessidade do  SUS, Ninguém gosta de gay.

Apesar de algumas críticas, os pais garantem que ninguém vai mudar o nome de Ninguém. “Meu filho continuará sendo Ninguém”, disse o pai.

 

 

Uma cadela vira-lata adotou um filhote de lobo-guará que teve de ser retirado do convívio com a mãe no Zoológico Municipal de Nova Odessa. O lobinho foi separado da mãe depois que a loba devorou outros filhotes da ninhada. A espécie, ameaçada de extinção, é de difícil reprodução em cativeiro.

De acordo com a bióloga do zoo, Daniela Favaro, a mãe come os próprios filhos por instinto, imaginando protegê-los da presença humana. O lobinho foi salvo, mas corria o risco de morrer por não aceitar alimentos. A cadela Lilica, que estava num abrigo de animais da cidade, tinha dado cria e produzia leite em abundância.

Para surpresa dos funcionários, ela “aceitou” amamentar o lobinho e o fez durante 26 dias, até o fim do período de lactação. O leite da cachorra é semelhante ao produzido pela loba e, segundo a bióloga, garantiu a sobrevivência do filhote. Desde a semana passada, o pequeno lobo-guará está aceitando alimentos triturados, mas o animalzinho manteve os laços afetivos com a mãe adotiva.

A cachorra é levada com frequência para o recinto do lobinho e os dois se lambem e trocam carinhos. O convívio inusitado virou atração no zoo. O lobinho ainda está frágil e não está fora de risco. Ele só será levado para o recinto dos lobos-guarás quando tiver condições de se alimentar e se defender sem ajuda.

Fonte: estadao.com.br

 

A edição italiana da revista "Vanity Fair" elegeu o papa Francisco como "homem do ano" e o escolheu como capa de seu último número, que estará à venda na próxima quarta-feira, por seus gestos, palavras e ações em seus primeiros cem dias de pontificado, "que lhe colocam entre os líderes que fazem história".

A revista destaca a frase "sede pastores com cheiro de ovelhas", dita pelo papa para pedir aos bispos e sacerdotes que estejam sempre junto aos fiéis, e a viagem realizada ontem à ilha italiana de Lampedusa para se reunir com imigrantes ilegais.

A publicação também ressalta a frase "São Pedro não tinha uma conta em banco" e afirma que os seus dizeres "pesam como tijolos".

A "Vanity Fair" publicou a opinião do cantor britânico Elton John, dos escritores italianos Erri De Luca, Dacia Maraini e Giorgio Faletti e do cantor de ópera italiano Andrea Bocelli sobre Francisco, e eles destacaram diferentes aspectos do pontífice.

"Francisco é um milagre de humildade na era da vaidade. Espero que sua mensagem chegue até os mais marginalizados da sociedade, aqueles que precisam desesperadamente do seu amor. Penso, por exemplo, nos homossexuais", disse Elton John.

O cantor afirmou que o papa quer aproximar a Igreja "dos antigos valores de Cristo e, ao mesmo tempo, do século XXI".

"Se ele sabe chegar às crianças, às mulheres e aos homens que convivem com a Aids, muitas vezes sozinhos e em silêncio, seu farol de esperança dará mais luz que qualquer progresso da ciência, porque nenhum remédio tem o poder do amor", acrescentou Elton John.

Erri De Luca disse que Francisco "vai aonde as vidas dos náufragos foram recebidas com arames de espinhos".

Fonte: EFE

Abreu
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