Cidadão do Povo
Mauricio Dias

Nesta segunda-feira (08), o juiz Paulo Albiani manteve a decisão de primeira instância em que permanece como interventor do Esporte Clube Bahia o advogado Carlos Rátis. Entretanto, a decisão está sujeita a apreciação da desembargadora Lisbete Maria Teixeira Almeida Cézar Santos, que pode derrubar a liminar que impede a intervenção no tricolor baiano.

 
A decisão indicou ainda que o advogado contará com o apoio dos advogados, Cyrano Vianna Neto, Alexandre Valente Derschvm, e Danilo Pessoa de Souza Tavares. Ainda segundo a decisão, os honorários atinentes á equipe de apoio serão arbitrados posteriormente. Com a decisão, o então presidente Marcelo Guimarães Filho está afastado do cargo.

A reportagem do Bocão News entrou em contato com Ratis que disse que só vai falar sobre o assunto após a decisão pela intervenção for publicada no Diário Oficial. Mesmo não querendo se aprofundar sobre o assunto, Ratis confirmou que a decisão sairá no Diário Oficial de amanhã e adiantou que já está conversando com a equipe que será montada para a intervenção.

Fonte: bocaonews.com.br

Do Globo Esporte - O dia mal havia clareado, e centenas de corredores já estavam alinhados na Praia do Recreio, no Rio de Janeiro, para a largada da Maratona do Rio, na manhã deste sábado. Cerca de 1.300 atletas estavam prontos para o desafio de 42 quilômetros até o Aterro do Flamengo, em um percurso repleto de beleza natural pela orla carioca. Mas quem dizia não estar lá tão preparado e surpreendeu a todos foi o baiano Giomar Pereira da Silva, campeão da prova após cruzar a linha de chegada em 2h18m03s. Recuperando-se de lesão e ainda com dores, o brasileiro de 41 anos, que corre pelo Cruzeiro, bateu o favorito Willy Kimutai, campeão e recordista da prova no ano passado. O queniano chegou em segundo lugar oito segundos após Giomar, em 2h18m11s. Outro brasileiro no pódio, em quarto lugar, com o tempo de 2h20m32s, foi Marcos Antônio Pereira, campeão da prova em 2009. No feminino, a melhor brasileira foi a alagoana Marily dos Santos, na quarta colocação, 5m50s após a campeã Letay Hadush, da Etiópia, que completou a prova em 2h40min18s.
Desde 2009, um brasileiro não subia ao topo do pódio da competição, desde então liderada pelos africanos. Sem grandes pretensões, o baiano de Jacobina interrompeu seus treinos pesados devido a uma lesão na perna e manteve o objetivo de ficar entre os dez primeiros colocados, depois de pensar em desistir da prova.
- Estava machucado e cheguei a pensar em não correr, mas como estava com passagem comprada viria para acompanhar minha equipe. Meu treinador me convenceu a correr, e aceitei entrar na disputa depois de chegar no Rio e encontrar meus amigos, apenas 12 horas antes da largada – confessou Giomar, que é treinado por Alexandre Luiz Minardi.

Sem treinos específicos nas últimas semanas, o atleta pentacampeão do circuito brasileiro de atletismo esteve no primeiro pelotão da corrida junto ao seu companheiro de equipe Marcos Antônio Pereira. No mesmo grupo, estava o queniano recordista da prova Willy Kimutai e seu parceiro de equipe, o também queniano Jonathan Kipkorir, que ficaram com a segunda e terceira colocação respectivamente. O pernambucano Marcos Antônio ficou em quarto com o tempo de 2h20min32s.
- Conseguimos manter o ritmo até o quilômetro 25, onde comecei a sentir um pouco de dor, e o Marcos e o Willy assumiram a ponta. Pouco atrás, o Jonathan me acompanhava. Quando chegamos no quilômetro 30, me senti melhor e estávamos descendo o trecho da Niemeyer, quando o Marcos recuou e eu ouvi o técnico do Willy o orientando para aumentar o ritmo, o que ele não fez. Chegamos no plano, e ele manteve o ritmo, ali tive a certeza que eu venceria, pois estava relaxado e disposto a aumentar o ritmo – declarou Giomar.
Domínio africano entre as mulheres
No feminino, o título ficou com a etíope Letay Negash Hadush, ao cravar 2h40min18s, seguida pelas quenianas Rose Jepchumba e Pamela Cheyech Anisomuk, com os tempos de 2h41min34s e 2h43min30s, respectivamente. A brasileira mais bem colocada foi a alagoana Marily dos Santos, campeã da edição em 2007, que chegou em quarto lugar em 2h46m07s.


A final da 4ª edição do campeonto interno de futebol socyete, promovido pela Yamana Gold/JMC, chegou ao seu final na manhã deste domingo nas dependências do Clube Camisa 10, localizado no bairro Jacobina II, contando com boa presença de público, em sua maioria funcionários, familiares , colaboradores da empresa patrocinadora e da Filarmônica 2 de Janeiro . "Foi uma final emocionante e muito bem organizada", disse Tânia Maria Silva, uma das mais entusiasmadas torcedoras presentes.

Equipe Bi-Campeã: Manutenção D  

A equipe campeã pela segunda oportunidade da competição foi a agerrida Manutenção D, apesar do sufoco diante do forte time Letra C, que valorizou bastante a vitória adversária, num jogo onde o placar era alterado a todo instante, terminando em 3x2 favorável à equipe bi-campeã. Várias premiações foram entregues aos destaques do campeonato, entre eles o artilheiro Valber (Letra C), que finalizou 12 vezes durante o certame, além do goleiro menos vasado, Ivonaldo (Manutenção D). Foram doze times no total de participantes desta edição 2013.

Por uma escolha feita entre os diversos colaboradores, o homenageado da vez foi o gerente geral da JMC, engenheiro Sérgio Saliba, recebendo da organização do evento uma placa simbóloca de agradecimento e congratulações. Saliba mostrou-se bastante emocionando e parabenizou a coordenação do campeonato, atletas e funcionários. Para o gerente administrativo da JMC, Adalberto Biazotto, que também se fez presente, é importante a realização desse encontro  da família Yamana. " A Yamana Gold busca sempre integrar e socializar todo seu quadro, porque assim conseguimos promover uma maior dinâmica na humanização das relações", disse Biazotto. Destaque também para os coordenadores do empreendimento esportivo-social, Normando Almeida e Jevan Alves, impecáveis na organização do campeonato e, sobretudo, na festa de encerramento. Trata-se do maior campeonao de futebol interno promovido por uma empresa na macro-região de Jacobina, envolvendo cerca de 150 atletas amadores, estimulando integração social e práticas saudáveis de vida.  

Texto: Mauricio Dias.

 

Não tem balança que defina o peso de uma camisa. Tradição não se mede com uma régua, não se calcula com uma máquina. Mas existem Campeões, com letra maiúscula, e campeões. Existem Seleções, com letra maiúscula, e seleções. E existem pentacampeões. Com vitória de 3 a 0 no Maracanã, o Brasil mostrou ao (ex?) melhor time do mundo que não é da noite para o dia que cinco estrelas vão parar em um peito. Fred, destruidor, marcou duas vezes. Neymar, eleito o melhor em campo, fez o outro. O Brasil é campeão da Copa das Confederações pela quarta vez. Campeão em uma noite em que a torcida resumiu tudo ao gritar:- Ôoooo, o campeão voltou! O campeão voltou!

O campeão voltou jogando um absurdo. David Luiz talvez tenha feito a melhor partida da vida. Neymar foi infernal como poucos sabem ser. Hulk assinou seu atestado de permanência no time. E Fred foi Fred, foi matador, foi aquele sujeito que nasceu para vestir a 9.

Um dia cairia a casa da Espanha, esse timaço que tanto, e a tantos, encantou nos últimos anos. A Roja não perdia há 29 partidas - consideradas as oficiais. Pois aconteceu justamente contra um adversário no qual eles mesmos se espelham, contra a escola que, não por acaso, é chamada de “jogo bonito”. A Espanha, que certamente seguirá forte na Copa de 2014, foi engolida em campo. Não é exagero: foi um passeio, um baile, um chocolate. Uma vitória que a torcida novamente soube resumir:

- Oooooooooolé! Oooooooolé! Oooooooolé!

 

Fonte: globoesporte.globo.com

 

 

Finalistas da Copa das Confederações, Brasil e Espanha dominam os indicados para a Bola de Ouro da competição. A Fifa divulgou na manhã deste sábado os seis nomes indicados ao prêmio e as seleções têm dois representantes cada.


Neymar e Paulinho concorrem pelo Brasil, enquanto Iniesta e Sergio Ramos são os espanhóis na disputa. Pirlo, da Itália, e Luis Suárez, do Uruguai, completam a lista. A escolha será feita por jornalistas esportivos.

 A votação será feita da seguinte maneira: os jornalistas devem selecionar os três melhores jogadores do torneio, distribuindo pontos por posição (1º - cinco pontos, 2º - três pontos, 3º - um ponto). O jogador que obter mais pontos vai levar o prêmio. O voto pode ser dado até o fim fim do tempo normal ou prorrogação da final de domingo, no Maracanã. A votação se encerra antes da decisão por pênaltis, se necessária.Logo após a partida, a Fifa anunciará o ganhador da Bola de Ouro e de todos os outros prêmios da Copa das Confederações. Brasil e Espanha decidem a Copa das Confederações neste domingo, às 19h (de Brasília), no Maracanã.

Fonte: globoesporte.com

 

Espanha e Itália protagonizaram um jogo emocionante e muito disputado na tarde desta quinta-feira (27). O clássico mundial ficou no 0 a 0 no tempo regulamentar e precisou apelar para a prorrogação para definir quem seria o finalista da Copa das Confederações. Ainda no 0 a 0 nos 30 minutos adicionais, a disputa foi para os pênaltis. Nas cobranças, a Espanha levou a melhor e carimbou, finalmente, vaga para a final da competição.

Fonte: correio24horas.com.br

 

Jogando no estado natal, Fred marcou seu sétimo gol na era Felipão

Natural de Teófilo Otoni, interior de Minas, Fred admitiu que a Seleção Brasileira não jogou bem e parabenizou a torcida pela paciência. “Agradecer de coração ao meu povo mineiro que, mesmo com jogo nem tão bom da nossa parte pelas dificuldades, nos incentivou e apoiou. Saio mais orgulhoso ainda porque a torcida fez festa maravilhosa”, falou.

A vitória, inclusive, reforçou a importância da parceira com Neymar. Agora, a dupla participou de 18 dos 26 gols da era Felipão (69,2%). Além dos sete gols e um passe de Fred, são seis gols de Neymar, agora com quatro assistências após bater o escanteio na cabeça de Paulinho.

Por sua vez, o volante, autor do gol decisivo e responsável por começar a jogada do gol de Fred, repartiu o mérito com os companheiros e valorizou a defesa do pênalti pelo goleiro Júlio César, no 1º tempo, quando ainda estava 0x0. “Existia uma rivalidade com a seleção uruguaia. Júlio pegou pênalti em momento muito importante. O mais importante foi a Seleção Brasileira chegar à final”, avaliou.

Fonte: correio24horas.com.br

Abreu
Cafe beira rio