Cidadão do Povo
Mauricio Dias

Segundo o MPRJ, o grupo tinha uma “janela” de poucas horas para efetuar os saques das contas sem que a transação fraudulenta fosse percebida pelos sistemas de segurança dos bancos. “Para que o esquema funcionasse, os laranjas eram acompanhados pelos aliciadores até a entrada da agência bancária para efetuar os saques na hora determinada pelos hackers”, informou o MP.

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De acordo com os investigadores, o dinheiro era repartido entre todos os níveis da quadrilha. “O hacker ficava com 50%, o cabeça com 25%, o aliciador com 15% e o laranja com 10%”. O Gaeco vai dar sequência às investigações para chegar aos líderes da organização, uma vez que eles não mantinham contato com os demais membros, exceto com os cabeças. As informações indicam ainda que, ao todo, foram denunciados 89 criminosos, acusados de promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa; e também por subtrair, para si ou para outrem, mediante fraude, coisa alheia móvel, de acordo com o Artigo 155 do Código Penal. Agência Brasil - Foto: Reprodução

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